Quem Somos

História

A ideia do Instituto CBM começou a se formar no ano de 1998, quando as profissionais e irmãs, Maria Eliza Miranda e Olivia Virginia Miranda conheceram o Pei – Programa de Enriquecimento Instrumental – através da realização de um curso de formação de mediadores em São Paulo/SP. A partir desse momento, as profissionais se encantaram pelo Programa, orientado para a sistematização da intervenção cognitiva, e começaram a busca por uma formação mais sólida nas teorias de Reuven Feuerstein.

 

Em 1999, geógrafa e engenheira completaram a formação no Programa possível de ser realizada no Brasil na época, e no ano seguinte, decidiram realizar a formação necessária para consolidação de um Centro Autorizado dos Programas de Reuven Feuerstein (ATC – Authorizing Trainning Center). Enfrentando algumas resistências e dificuldades, ambas realizaram as formações requeridas, e no ano de 2000, estavam preparadas para a consolidação do CBM como o Centro Brasileiro da Modificabilidade, autorizado pelo próprio Reuven Feuerstein, na época Presidente do então ICELP (International Centre for the Enhancement of Learning Potential), que passou a chamar Feuerstein Institute no ano de 2012.

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Olivia Miranda, Nechama Tzaban e Reuven Feuerstein 2011

No ano de 2004, após realizar a formação de mediadores do primeiro nível do Pei no Instituto CBM e no último ano do curso de Psicologia na Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Neto – UNESP/Bauru, a profissional Joana Domitila Miranda, filha de Olívia Miranda, amplia o quadro de gestão e intervenção da instituição, agregando às atividades de formação de mediadores do Pei e intervenção cognitiva clínica o olhar da Psicologia e acolhimento de demandas afetivas. Naquele momento, iniciava-se a trajetória da equipe interdisciplinar, tanto na área de formação quanto de intervenção, que seria consolidada mais adiante.

Cinco anos depois, já em 2008, Maria Eliza Miranda já se encontrava desenvolvendo projetos de pesquisa e formação amparada pelas teorias de Reuven Feuerstein na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), onde atualmente coordena pesquisas orientadas ao ensino de geografia, trabalho esse inédito e único na esfera da Universidade Pública no Brasil. No mesmo ano, Domitila Miranda finalizava sua formação como formadora (Trainer) dos programas de Feuerstein, sendo aluna de Reuven Feuerstein nos seminários internacionais que acontecem anualmente no verão europeu. Além desta formação, nesse ano a profissional também se tornou especialista pelo então ICELP em Avaliação Dinâmica do Potencial de Aprendizagem, e iniciava o Programa de Mestrado em Educação: psicologia da educação, da Pontifícia Universidade Católica – PUC/SP. Sua pesquisa de tema Sentidos e Significados atribuídos pelo educador às ‘dificuldades de aprendizagem” trazia uma discussão importante e singular sobre a multideterminação deste fenômeno, e a compreensão da necessidade de um olhar multiprofissional efetivo para seu acolhimento.

 

Em 2007, agregou-se ao Instituto CBM a responsabilidade e exclusividade gráfica de impressão e distribuição de todos os instrumentos do Pei no Brasil. A partir de 2008, o projeto do CBM como um centro de formação de terapeutas, pais, cuidadores, educadores e gestores, e também como clínica multiprofissional com terapias para indivíduos com desenvolvimento típico e atípico, ganha força com a chegada de profissionais da área de Psicomotricidade, e posteriormente, Fonoaudiologia, Psicopedagogia, Neuropsicologia, Nutrição e Fisioterapia, além da Psicologia, sendo estas as áreas de atuação da Clínica Multiprofissional desde então.

 

A consolidação do CBM como está constituído atualmente se deu no ano de 2014, com a inauguração da Unidade II da Clínica Multiprofissional na cidade de Cotia/SP, concomitante ao início do Projeto Social que atende gratuitamente alunos de escolas públicas de São Paulo/SP e suas famílias, com o Pei.